segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Palhaçadas à Portuguesa
Adiante... Hoje ia com a minha irmã a entrar no Pingo Doce, quando fomos barradas de entrar porque a minha irmã levava na mão um caderno preto A4. Até aqui tudo bem, que lá dentro se vendiam cadernos e assim. Mas o caderno está mais de metade escrito com as aulas de código de onde ela vinha e ainda tem clips a segurar fotocópias. Mesmo depois de termos mostrado que já não restam muitas folhas do caderno e seria facilmente perceptível que, mesmo que tivessemos passado o dia inteiro ali dentro, não conseguiriamos ter escrito todo o caderno como está, não nos deixou entrar. Engraçado é que ali só se faz estas coisas a pessoas "normais", todos os bandidos têm via verde para fazer o que lhes apetece. Mas se for preciso, um dia destes, não me admiro de ver alguém a sair com um bacalhau e a dizer: "Um bacalhau? Não, não... Isto é a minha guitarra!" "Ah pois, então pode passar! Deve ser um novo modelo Norueguês"...
E também devemos ter que começar a deixar à porta, depois de termos sido rigorosamente inspeccionados, só porque lá também se vende:
- A caneta roída e já quase sem tinta que guardamos no bolso do casaco;
- As pastilhas moles e com a caixa toda amarfanhada que trazemos na mala;
- O iogurte azedo que levamos de manhã e não nos apeteceu beber ou a garrafa de água que trazemos e levamos sempre connosco.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
São Cosme e São Damião (juntos vêm e juntos vão)
Assim, trancrevo uma notícia que recebi via mail:
Prendas de Natal em Setembro (ou a falta delas no Natal)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Esteja onde estiver... As calinadas continuam!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
Amor
1ª Epístola de S. Paulo aos Coríntios
Esta é uma passagem típica nas leituras dos casamentos. Quem me conhece sabe que não sou muito ligada à religião, apesar de ser uma pessoa bastante crente. Ainda assim, a beleza deste texto faz com que ele mereça estar aqui. Porque quem ama sabe que o amor é assim. Mais do me completares, realizas-me.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A conselho do futuro Mr. Teardrop...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Climie Fisher - Loves changes (everything)
Estar com os colegas da farmácia fora dela e já não trabalhar lá deixou-me triste. Tenho saudades da equipa que éramos quando entrei para estagiar e mal sabia o que era trabalhar numa farmácia. A verdade é que dos colegas com quem partilhei dias inteiros de experiências e de tropelias, já não restam muitos na equipa actual. Acho que tive muita sorte com o sítio que escolhi para iniciar a minha actividade profissional. A maioria das coisas que sei hoje sobre aquele mundo foram eles que me ensinaram e por isso, se não tivesse enveredado por outro caminho, não trocaria aquela farmácia por outra. Tenho pena, mas a vida segue caminhos diferentes e ainda acredito que devemos desejar a mudança. Esta música era uma das preferidas de uma das minhas monitoras de estágio, aquela que mais me repreendia e aquela que eu mais admirava como profissional. Lembro-me bem de quando tinha de marcar milhares de coisas com aquelas bandas de etiquetas sem fim cá atrás, ouvindo apenas rádio como distracção e ela entrava a cantar isto e a contar histórias do balcão...
domingo, 14 de setembro de 2008
Madonna - Like a prayer
Antes de comentar consulte bibliografia SFF
Ave Maria
P.S. O carro dos noivos estava uma lástima, o que o pessoal de farmácia é capaz de fazer...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Isto está complicado...
sábado, 6 de setembro de 2008
High wheels
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Clima Tropical...
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Pandora's box
Também tenho que contar aqui a SAGA do meu adorado relógio...
Da boa educação ou da FALTA DELA
"Plomoções"
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Pausa para reflectir...
Estou no autocarro de pé. À minha frente está a televisão pendurada no meio do veículo. Atrás de mim está um grupo de três homens que conversam de modo ruidoso. Na televisão um anúncio alerta: UMA em cada SEIS mulheres na Europa é vítima de violência doméstica. Alheados, penso que nem repararam sequer que existe ali uma televisão, continuam a conversar. É então que começo a tomar atenção ao que estão a dizer. "Ela não cozinha... Se fosse minha mulher eu dizia-lhe!" "Podes crer, era o que faltava" - Páro de escutar, o meu pensamento anda longe nesta altura. Acabou de dar o anúncio que devia fazer arrepiar qualquer pessoa e o que ouço é isto? Longe vai o tempo em que a mulher era ser sem opinião, destinada a viver para fazer as tarefas do lar, satisfazer o marido e ouvir, levar e calar. Enfim... Se ainda existem homens que pensam assim bem podemos arregaçar as mangas e continuar a luta que as gerações anteriores têm vindo a travar.
"E depois vem contar isto e chora, uma homem chorar por uma mulher?!" De certeza que houve pelo menos uma mulher que já chorou por ele na vida, que foi a própria mãe.
E pronto, não me apetece continuar a comentar o assunto, basta olhar para as estatísticas e reflectir por que caminho levamos o mundo em que (sobre)vivemos.



