A hundred days have made me older
Since the last time that I saw your pretty face
A thousand lies have made me colder
And I don't think I can look at this the same
But all the miles that separate
Disappear now when
I'm dreaming of your face
I'm here without you baby
But you're still on my lonely mind
I think about you baby
And I dream about you all the time
I'm here without you baby
But you're still with me in my dreams
And tonight it's only you and me
The miles just keep rollin'
As the people leave their way to say hello
I've heard this life is overrated
But I hope that it gets better as we go
I'm here without you baby
But you're still on my lonely mind
I think about you baby
And I dream about you all the time
I'm here without you baby
But you're still with me in my dreams
And tonight girl its only you and me
Everything I know, and anywhere I go
It gets hard but it wont take away my love
And when the last one falls
When it's all said and done
It gets hard but it wont take away my love
I'm here without you baby
But you're still on my lonely mind
I think about you baby
And I dream about you all the time
I'm here without you baby
But you're still with me in my dreams
And tonight girl its only you and me
terça-feira, 14 de novembro de 2006
DM
Nos últimos EMA da MTV o prémio de melhor grupo foi para os Depeche Mode. Apesar da forte concorrência de novos grupos que fazem “Music for the Masses”, os músicos de “meia-idade” acabaram por (con)vencer. Para minha grande satisfação.
São mais velhos do que eu como grupo (nasceram em 1980), mas a sua música sempre me cativou. Eu diria que o grupo vive sobretudo do carisma, presença e sensualidade de Dave Grahan (que para além disso é bem parecido e tem um lado rebelde, misterioso) e do génio e sensibilidade musical de Martin Gore. O terceiro elemento é o teclista Andrew Fletcher. Quem vê os DM em palco não consegue ficar indiferente. Apesar de nunca ter tido a oportunidade de assistir a um concerto ao vivo (infelizmente desmarcaram o concerto de Julho) não perco a transmissão de concertos da banda.
Para que cada um avalie ou confirme a boa qualidade deste grupo, deixo aqui algumas músicas mais antigas como sugestão: “A question of time”, ”I feel you”, “Walking in my shoes”, “It´s no good” e “Never let me down again” (provavelmente a minha preferida).
"I'm taking a ride
With my best friend
I hope he never lets me down again
He knows where he's taking me
Taking me where I want to be
I'm taking a ride
With my best friend
We're flying high
We're watching the world pass us by
Never want to come down
Never want to put my feet back down
On the ground
I'm taking a ride
With my best friend
I hope he never lets me down again
Promises me I'm as safe as houses
As long as I remember who's wearing the trousers
I hope he never lets me down again
Never let me down
See the stars they're shining bright
Everything's alright tonight."
Para ouvir, dançar e aproveitar.
São mais velhos do que eu como grupo (nasceram em 1980), mas a sua música sempre me cativou. Eu diria que o grupo vive sobretudo do carisma, presença e sensualidade de Dave Grahan (que para além disso é bem parecido e tem um lado rebelde, misterioso) e do génio e sensibilidade musical de Martin Gore. O terceiro elemento é o teclista Andrew Fletcher. Quem vê os DM em palco não consegue ficar indiferente. Apesar de nunca ter tido a oportunidade de assistir a um concerto ao vivo (infelizmente desmarcaram o concerto de Julho) não perco a transmissão de concertos da banda.
Para que cada um avalie ou confirme a boa qualidade deste grupo, deixo aqui algumas músicas mais antigas como sugestão: “A question of time”, ”I feel you”, “Walking in my shoes”, “It´s no good” e “Never let me down again” (provavelmente a minha preferida).
"I'm taking a ride
With my best friend
I hope he never lets me down again
He knows where he's taking me
Taking me where I want to be
I'm taking a ride
With my best friend
We're flying high
We're watching the world pass us by
Never want to come down
Never want to put my feet back down
On the ground
I'm taking a ride
With my best friend
I hope he never lets me down again
Promises me I'm as safe as houses
As long as I remember who's wearing the trousers
I hope he never lets me down again
Never let me down
See the stars they're shining bright
Everything's alright tonight."
Para ouvir, dançar e aproveitar.
Aparição
“Porque só há a verdade do que somos ou do que reinventamos como nosso.”
Recordo sempre com alguma saudade a minha visita “escolar” a Évora em 2001, para percorrer os caminhos da obra de Virgílio Ferreira. Era uma terça-feira algo chuvosa e havia teste de matemática no dia a seguir. Assim sendo, a maioria da turma não foi porque queria aproveitar a tarde livre para estudar. Como tinha anulado a cadeira, porque precisava de uma nota melhor, decidi que não podia perder a viagem. Mesmo sem nenhuma amiga para me acompanhar.
Acabei por viajar com um colega de turma e foi muito interessante porque acabámos por aproveitar bastante bem a visita, mais numa perspectiva de “outsiders”. Lembro-me que vimos o Templo de Diana, a Praça do Giraldo e uma série de outros pontos da história de manhã. Ao almoço fomos para um parque de merendas e almoçámos a ouvir Hélder – O rei do Kuduro (algo que nunca me passaria pela cabeça). Ao regressar para junto dos outros visitantes, apanhámos chuva e tivemos que nos abrigar debaixo das arcadas da Sé, onde posteriormente entrámos, mas não iluminámos nenhum candeeiro (era preciso colocar uma moeda de cinquenta escudos e achámos que isso não tinha muito jeito). Antes de voltar visitámos a Capela dos Ossos.
Moral da história: eu e esse colega nem éramos muito próximos, mas dada a situação acabámos por nos divertir e aproveitar a oportunidade.
Acabei por viajar com um colega de turma e foi muito interessante porque acabámos por aproveitar bastante bem a visita, mais numa perspectiva de “outsiders”. Lembro-me que vimos o Templo de Diana, a Praça do Giraldo e uma série de outros pontos da história de manhã. Ao almoço fomos para um parque de merendas e almoçámos a ouvir Hélder – O rei do Kuduro (algo que nunca me passaria pela cabeça). Ao regressar para junto dos outros visitantes, apanhámos chuva e tivemos que nos abrigar debaixo das arcadas da Sé, onde posteriormente entrámos, mas não iluminámos nenhum candeeiro (era preciso colocar uma moeda de cinquenta escudos e achámos que isso não tinha muito jeito). Antes de voltar visitámos a Capela dos Ossos.
Moral da história: eu e esse colega nem éramos muito próximos, mas dada a situação acabámos por nos divertir e aproveitar a oportunidade.
“Mas qualquer eco de desespero vibrava ainda em mim, vinha ainda e sempre talvez, porque é possível que só aí eu esteja certo e a evidência que me queima seja a procura ou a expressão disso que sou e me recuso. Assim te atravessei por fim da minha loucura ou da minha raiva, esse gosto furioso de vencer em ti o que em mim resistia ou me alucinava.”
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
siRNA Therapeutics
Há uns largos meses atrás, ainda eu não pensava em nenhum tema para escrever a revisão de conjunto (trabalho que faz parte do estágio), vieram-me parar à mão alguns artigos sobre os siRNAs. Os artigos falavam essencialmente do potencial económico da introdução dos “small interference RNAs” na terapêutica de diversas doenças. Nessa altura pouco liguei aos artigos, na verdade o assunto “economia de alguma coisa que podia dar certo ou ser um falhanço total” não me suscitou grande interesse.
Cheguei a pensar propor um tema para a revisão, pensei em dissertar acerca dos Inibidores dos Receptores das Tirosina Cinases, um assunto que me interessava bastante. Como não encontrei um professor para o realizar, decidi esperar pela lista dos temas e escolher um. Foi nessa altura que o tema “siRNA: aplicações terapêuticas” começou a revelar-se muito interessante e lembrei-me que, algures entre a imensa papelada, tinha uns artigos sobre o assunto. Assim, este foi o tema que escolhi para trabalhar durante estes meses. Para finalizar algumas coincidências, foi uma agradável surpresa saber que o prémio Nobel da Medicina de 2006 foi entregue aos “pais” desta tecnologia: Craig Mello e Andrew Fire.
Em 1998 os dois investigadores publicaram o primeiro artigo sobre “RNA interference”. Esta descoberta promoveu uma revolução na área da biologia e na compreensão de outros mecanismos genéticos. De um modo bastante simplista, os siRNAs (RNAs com 21 a 23 pares de bases) são produzidos através do corte de moléculas longas de RNA de cadeia dupla pela enzima Dicer. Após separação das duas cadeias, a cadeia antisense é incorporada no complexo RISC, ligando-se posteriormente à cadeia do mRNA alvo através de complementaridade de bases. O complexo RISC vai fragmentar a cadeia de mRNA, levando à sua degradação e, consequentemente, à não tradução do mRNA na proteína por ele codificada. Este processo de silenciamento de genes pode ser aplicado na terapêutica de infecções virais (nomeadamente VIH/SIDA), cancro, doenças neurológicas e neurodegenerativas, patologias oculares…
Numa época em que se assiste a uma aposta cada vez maior nas terapêuticas relacionadas com a genética e estando numa fase inicial, espera-se que esta tecnologia apresente benefícios reais e que todo o seu potencial seja confirmado.
Cheguei a pensar propor um tema para a revisão, pensei em dissertar acerca dos Inibidores dos Receptores das Tirosina Cinases, um assunto que me interessava bastante. Como não encontrei um professor para o realizar, decidi esperar pela lista dos temas e escolher um. Foi nessa altura que o tema “siRNA: aplicações terapêuticas” começou a revelar-se muito interessante e lembrei-me que, algures entre a imensa papelada, tinha uns artigos sobre o assunto. Assim, este foi o tema que escolhi para trabalhar durante estes meses. Para finalizar algumas coincidências, foi uma agradável surpresa saber que o prémio Nobel da Medicina de 2006 foi entregue aos “pais” desta tecnologia: Craig Mello e Andrew Fire.
Em 1998 os dois investigadores publicaram o primeiro artigo sobre “RNA interference”. Esta descoberta promoveu uma revolução na área da biologia e na compreensão de outros mecanismos genéticos. De um modo bastante simplista, os siRNAs (RNAs com 21 a 23 pares de bases) são produzidos através do corte de moléculas longas de RNA de cadeia dupla pela enzima Dicer. Após separação das duas cadeias, a cadeia antisense é incorporada no complexo RISC, ligando-se posteriormente à cadeia do mRNA alvo através de complementaridade de bases. O complexo RISC vai fragmentar a cadeia de mRNA, levando à sua degradação e, consequentemente, à não tradução do mRNA na proteína por ele codificada. Este processo de silenciamento de genes pode ser aplicado na terapêutica de infecções virais (nomeadamente VIH/SIDA), cancro, doenças neurológicas e neurodegenerativas, patologias oculares…
Numa época em que se assiste a uma aposta cada vez maior nas terapêuticas relacionadas com a genética e estando numa fase inicial, espera-se que esta tecnologia apresente benefícios reais e que todo o seu potencial seja confirmado.
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
wedding list
Quem não foi a um casamento e teve de entrar no comboio humano quando o “conjunto” de musica ao vivo interpretou “Apit’ó Comboio”? Ou até mesmo o último grande sucesso da música popular portuguesa “Aperta, aperta com ela” de José Malhoa? Até pode ter graça algumas músicas mais populares para animar os convidados, até porque a maioria não tem a idade dos noivos e gosta sempre de dar o seu passinho de dança. Apesar disso, quanto a mim a escolha da banda sonora de um casamento é algo extremamente importante. Correndo o risco do casal ser egoísta e aborrecer as pessoas, as músicas deviam ser escolhidas em função do seu significado ao longo do namoro. É relativamente fácil hoje em dia elaborar uma playlist com as canções que se pretende que passem nessa ocasião. Nem sequer sei muito bem porque estou a escrever sobre isto…
A música pode ter um papel fundamental numa relação. Podemos cativar uma pessoa através desta forma de arte, dedicar uma canção ou pedir a alguém que a ouça pode ser uma mensagem, um momento único de partilha. Uma música pode até salvar um relacionamento, unir duas pessoas, fazê-las acreditar que é possível continuar. E, obviamente, cada dia, cada situação, mais ou menos especial, podem ser marcados por uma canção, que posteriormente nos traz recordações sempre que a ouvimos ou lembramos. Há inúmeras músicas assim na minha vida, bem como na vida da maioria das pessoas. Não sei se vou ter oportunidade de passar a minha playlist, mas seria importante partilhá-la com as pessoas mais queridas, mesmo que não seja nesse dia.
A música pode ter um papel fundamental numa relação. Podemos cativar uma pessoa através desta forma de arte, dedicar uma canção ou pedir a alguém que a ouça pode ser uma mensagem, um momento único de partilha. Uma música pode até salvar um relacionamento, unir duas pessoas, fazê-las acreditar que é possível continuar. E, obviamente, cada dia, cada situação, mais ou menos especial, podem ser marcados por uma canção, que posteriormente nos traz recordações sempre que a ouvimos ou lembramos. Há inúmeras músicas assim na minha vida, bem como na vida da maioria das pessoas. Não sei se vou ter oportunidade de passar a minha playlist, mas seria importante partilhá-la com as pessoas mais queridas, mesmo que não seja nesse dia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)