quinta-feira, 4 de abril de 2013

Confesso que mexeu comigo

Ontem tive a minha entrevista de admissão na empresa. Apesar de dizer que sou solteira no BI, a verdade é que, para todos os efeitos vivo, na verdade, em união de facto. E existem alguns constrangimentos quando isto acontece e se vão preencher alguns papéis. Não que alguém me tivesse julgado, nada disso, mas a burocracia é complicada e fiquei um pouco triste... Não, não quero abordar mais por aqui o tema "tabu" do casamento...

Assim sendo, a minha mana continuará a ser a minha herdeira no meu seguro de vida e no meu fundo de pensões. Até porque não pretendo fazer dela uma mulher rica (embora nunca saibamos o que o destino nos reserva)...

15 comentários:

Nadinha de Importante disse...

Vivo na mesma situação que tu!! No caso da minha casa, nós alterámos os benefícios, estamos em primeiro lugar...podes fazer isso!!

O maior problema nessas situações é os direitos legais. Tenho uma colega, na mesma situação, que quando morreu o pai do namorado/pessoa com quem ela vive, não teve direito aos dias, inclusivé para ir ao funeral foi forçada a por um dia de férias!! Isso é muito complicado!!

marina disse...

Devem pensar nisso quando tiverem filhos, eu fui desde sempre filha de pais em união de facto e digo-vos não gostei...Enquanto os meus pais não casaram não descansei.Casaram tinha o meu filho seis anos, eu e o meu marido fomos testemunhas deles o meu irmão nem estava presente, mas eu senti que foi o relizar de um sonho.E talvez por isso nunca o quis para mim.

*Lili* disse...

Compreendo-te tão bem :( infelizmente os beneficios parece que só calham aqueles que possuem um papel :/ é triste...

Helena disse...

Concordo contigo. O casamento (ou não) é uma opção nossa, mas há situações como essa que não deixam de nos fazer uma certa confusão...
Um beijinho Tear

Paula Nogueira Guerra disse...

Há muita gente a viver na mesma situação... eu mesma vivi 12 anos assim. Não te stresses pois o mais importante é seres feliz :)

Beijo doce ♥

Catarina Sá - A Cozinha da Kinhas disse...

Vivo na mesma situaçao que tu mas exactamente por saber os contras que aqui acarreta viver em uniao de facto decidimos casar num futuro proximo. Tudo por causa da burocracia :-(

Beijinhos

Cláudia disse...

O contrato casamento ajuda neste tipo de formalidades mas, para mim, o casamento enquanto definição de uma relação está muito para lá do papel passado. Inclusive tenho vários exemplos de pessoas que viveram muito felizes enquanto 'amancebados' e que depois de assinarem o tão promissor papel se viram diante de uma relação a definhar.

p.s. eu não sou formalmente casada mas sou a beneficiária do seguro de vida profissional de excelso esposo, por isso fiquei curiosa, a empresa só te permitia colocar familiares directos na lista?

Eduardo disse...

Se casar é importante para ti, pergunta-lhe o que é preciso para se casarem. Se ele gosta mesmo de ti, vais ver que o fará por ti.

mary disse...

Fiquei curiosa sobre o assunto do casamento...

teardrop disse...

@Cláudia:
Para a maioria das situações (seguros, fundo de pensões, IRS, etc...) era mais vantajoso para mim ser "solteira". Haviam situações dúbias, que seriam lineares se fossemos casados. Por isso foi um bocadinho estranho...

@mary:
É assunto antigo e que já deu pano para mangas aqui por este cantinho... Depois de ter lido comentários menos simpáticos apenas por expressar o que sinto, decidi não falar mais sobre a questão.

Beijinhos para todos

Nobre Sandra disse...

Pois eu vivo em união de facto, com um filho de 3 anos e adoro! :)

Marcela disse...

R: são pequeninos, mas são uma grande delicia

S* disse...

Tenho uma certa pena que a união de facto tenha menos direitos...

Pusinko disse...

Nao acho que te devias coibir de abordar um assunto importante para ti so porque meia dúzia de ressabiafos manda postas de pescada. É apenas a minha opiniao. O blog é teu nao tens de o adaptar à verborreia alheia.

Beijo grande e boa energia num sorriso

Anónimo disse...

O teu companheiro (nome que damos a alguém com quem vivemos em união de facto) não quer casar porquê? São de religiões diferentes? Iria mudar alguma coisa na forma dele de estar e viver contigo? Assusta-o? É filho de pais divorciados e ficou traumatizado?

Estas e outras questões são, certamente, colocadas por quem te lê e te aprecia e não é por sermos maldosos ou cuscos, é porque nos interrogamos sobre algo que escreves e que, como é óbvio, te magoa e te entristece.

No entanto, deves também pensar que não é uma festa, um papel passado, um dia diferente, um vestido...que não é isso que fará com que vocês sejam mais ou menos felizes. Não é isso que fará o vosso amor aumentar ou diminuir.

E quanto mais depressa perceberes isto, mais conseguirás viver essa relação na sua plenitude.

Com carinho,

M.