terça-feira, 24 de junho de 2008

Wicked game - Chris Isaak

Ora aí está uma música que inspira os meus ímpetos consumistas. Estou sempre a reclamar das musiquinhas deprimentes que só me aborrecem em vez de despertar o meu espírito comprador, afinal de vez em quando ainda se apanham algumas músicas que despertam os sentidos.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Electrical Storm - U2

let's see colours that have never been seen

let's go to places no one else has been

domingo, 22 de junho de 2008

Primeiro post escrito no novo brinquedinho

Se todas as selecções que ficaram em segundo lugar dos grupos passaram às meias-finais, obviamente a Itália vai fazer o mesmo! E pronto, estou feliz com o meu novo pc!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ao intervalo

Na minha singela opinião Portugal está a jogar bastante melhor que o seu adversário, mas como sempre é custoso marcarmos golos... E para quem adora dizer mal do Nuno Gomes, ali fica a resposta! Se a Itália conseguiu ser apurada contra quase todas as expectativas, Portugal tem que dar a volta ao resultado...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Weeee!!!

Num dos serões da semana passada tive a oportunidade de experimentar a Wii, na versão Sports. Apesar do cepticismo inicial, confesso que foi uma experiência muito interessante. Modéstia à parte, perdeu-se aqui uma bela Teardropova (pelo menos indoors...). Não cheguei a experimentar a versão Fit, mas do que vi pareceu-me ter imensas potencialidades. As coisas que se inventam neste mundo são impressionantes! Apesar de eu não dispensar as caminhadas nocturnas com o fresquinho a bater-me na cara (quando o há).

Eu por mim...

... Voltava já este fim-de-semana para o Flor de Sal, não fosse ele distar quase 4h de viagem. Deitar-me nas espreguiçadeiras da varanda donde dava para sentir o cheiro do mar, ficar lá a ler um bom livro e a ter uma boa conversa. Levantar-me para ir comer a bela comida do restaurante do hotal. Sair para passear no calçadão. Voltar e preguiçar mais um bocadinho. Ah... Boa vida!

Kate Perry - I kissed a girl

Hum... Parece-me que vai ser mesmo um hit deste Verão. O J. consegue sempre antever os sucessos musicais, ele devia era ser Manager... Musical.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Hospital

Depois do livro inglês trazido da Dinamarca comecei a pensar seriamente em começar a exercitar o meu inglês através da leitura. Ainda não tinha acabado o Then we came to the end e comprei o Hospital para ler a seguir. É este o livro que estou a ler actualmente. Estou a gostar bastante, alguns termos mais científicos e um tema mais aliciante que o livro anterior. Ontem não resisti e adquiri outro para ficar em lista de espera - Night train to Lisbon.

Ainda a Itália...

Isto de andar em boas vidas acostuma mal uma pessoa. Mal cheguei na quinta-feira ao hotel, a primeira coisa que fiz foi ligar a televisão para ver se tínhamos Sport Tv. Parece parvo, mas foi verdade. Assim sabia que podia assistir ao jogo da Itália. Um empate. Não foi grande emoção. Hoje vinha toda contente para casa para ver o jogo e trocaram-me as voltas, em casa não tenho este canal e o que está a dar na TVI é o Holanda-Roménia. Mesmo assim continuo com esperança na passagem da Itália. E também parece que quem vai comer os cajus e os tremoços lá em casa vou ser eu...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Weekend @ Viana do Castelo








É para isto que trabalho todos os dias...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Apeteceu-me gritar...

Ontem em mais uma caminhada nocturna com a minha mãe pássamos, como de costume, em frente ao bar que fica no meio do circuito. Nada de extraordinário. Excepto pelo homem que se cruzou à nossa frente, saindo estrategicamente da zona do barulho para a zona do arvoredo, para atender o telemóvel. Do outro lado alguém lhe perguntou onde estava. Ao que respondeu: "Estou só a deixar o carro aqui na XXX". Não vi o carro... Muito menos a XXX por estas bandas...

XXX - é uma qualquer marca de carros com a qual não simpatizo o suficiente para fazer publicidade no meu blog :P

Movidos a energia positiva?

Pode já não haver combustível numa série de postos de abastecimento. Pode começar a escassear o leite... Bebemos chá e café. Os medicamentos também já começam a "sofrer" a ameaça de não chegar. Mas o que interessa isso? Portugal ganha o jogo e passa à fase seguinte e o país entra automaticamente em estado de festa...

terça-feira, 10 de junho de 2008

Da desilusão...

O jogo começou prometedor mas acabou por ser uma desilusão. Itália, a ver se ganhamos os próximos dois jogos... Sim?

segunda-feira, 9 de junho de 2008

E agora vou para a cama sonhar...

Jeff Buckley - Hallelujah

Porque sonhar é aquilo que melhor sabemos fazer, porque sonhar nos liberta e permite viver noutra dimensão, na dimensão daquilo que queremos da nossa vida. A música é esta, as sandálias são prateadas e o sorriso é igual ao da primeira vez que me encontrei contigo.

domingo, 8 de junho de 2008

Apetece-me esparvoar!

Se há coisa que sempre gostei na minha profissão foi de dizer nomes grandes e estranhos. E saber o que significam, também me dá jeito. É giro. Por exemplo, dizer tiazolidinedionas. Ou sulfato de condroítina hipersulfatado, acetonido de fluocinolona, ácido ursodesoxicólico, hidroclorotiazida, sulfametoxazol+trimetoprim, levodropropizina, olmesartan medoxomilo.

Podia era dissertar sobre nomes comerciais de medicamentos. Era muito interessante, mas não me parece boa ideia.

As bandeiras

Não posso deixar de comentar o jogo de ontem da selecção. Muito bem, gostei de ver o modo como os jogadores se comportaram. A primeira selecção de que gosto venceu, agora é esperar por amanhã para ter a mesma alegria com a minha Itália, que tem um grupo relativamente difícil com França, Holanda e Roménia. Espero conseguir estar em casa amanhã às 19h45m para torcer pela squadra azzurra!

sábado, 7 de junho de 2008

Há momentos...

Person at the window - Salvador Dali
Em que me apetecia ir para outro sítio e começar uma vida nova.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Ratinhos...

Um colega fez o favor de tropeçar no fio do meu rato e partiu a peça de encaixe. Que pena... Assim lá tiveram que fazer o grande favor de me dar um ratinho óptico para substituir o velho rato da bolinha que chiava todo o dia!
"Some days felt longer than other days. Some days felt like two whole days. Unfortunately those days were never weekend days. Our Saturdays and Sundays passed in half the time of a normal workday. In other words, some weeks it felt like we worked ten straight days and had only one day off."
Then we came to the end - Joshua Ferris

Zen - Gavin Reece
Que bom é sair do emprego às 17h numa sexta-feira! Há coisas que valem a pena...

terça-feira, 3 de junho de 2008

E ainda...

Disse pela primeira vez que queria ser farmacêutica após uma visita de estudo no 8º ano ao Instituto Português do Sangue. Sem muita noção, encantada apenas com aquele laboratório e as análises, cuja demostração foi o ponto alto da visita. Tudo ali tinha um pouco de magia... Lembro-me de ter considerado aquilo um novo mundo, algo espantoso... Alguém mais perspicaz perguntou que curso era preciso para trabalhar ali. A resposta foi Ciências Farmacêuticas. Provavelmente uma resposta dada por uma, agora, colega. Nesse ano, comprei o jornal com as médias dos cursos (ainda tenho, algures, o pedaço marcado a vermelho) e decidi que ia ser farmacêutica. Depois sonhei ser psiquiatra durante o secundário, encantada pelos livros do Prof. Daniel Sampaio. Mas no final do secundário regressei à ideia inicial, um pouco por causa da professora de TLQ II, senhora já perto da reforma, licenciada neste curso, cujo rigor nas técnicas laboratorias e gosto pela química orgânica eram extremos. "Má técnica de trabalho" gritava ela sempre que faziamos algo com alguma falta de rigor. E assim foi, no dia da candidatura ao ensino superior tinha apenas a primeira quadrícula preenchida porque não ponderei poder fazer outro curso. Por descargo de consciência, quando chegou a minha vez, acrescentei uma segunda hipótese à candidatura, mas sempre a imaginar que ia tirar CF. O desastre no exame de química fez-me passar um verão de angústia, mas recebi a notícia pela mão (mais propriamente pela sms) do meu futuro padrinho de faculdade às tantas da manhã no dia em que sairam as médias do último colocado "Já podes abrir o champanhe", disse ele. Fui uma afilhada aplicada, mas duvido que hoje em dia ele me dissesse para abrir o champanhe, acho que levava com um "Eu bem te avisei... Se me tivesses dado ouvidos".

Isto também vai um pouco ao encontro do que escreveram os colegas do http://www.linezolide.blogspot.com/ sobre o mundo das CF.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Correndo riscos

The Corrs - Only when I sleep

Mesmo correndo o risco deste post ser uma piroseira, decidi levá-lo adiante. The Corrs marcaram uma etapa da minha vida, da qual me recordei sei lá porquê. Foi a entrada no secundário. Nem que quisesse poderia condensar aqui todas as experiências e emoções vividas naquela altura. Nem me lembro de metade das coisas, afinal já foi há alguns anos, e mesmo tendo algumas provas escritas não penso em ir lê-las. Mas também não me parece boa ideia deitá-las fora. Tínhamos um cacifo onde costumávamos deixar correspondência, sobre a vida. Amores e desamores, filosofias de vidas, os estudos e as faltas dele. A biologia vs a física. Lembro-me que todos os pequenos percalços eram uma grande desgraça. Mas quando os tempos nos pareciam alegres ficávamos esfuziantes. À distância de todos estes anos consigo perceber que se sofre muito sem qualquer razão. Podiamos ter sido tão mais felizes, mas todo o suposto grande sofrimento só serviu para nos construirmos como pessoas. Pelo menos falo por mim. As muitas visitas de estudo, onde só queriamos ir para poder estar com as pessoas de outras turmas. As viagens no autocarro ou as idas no comboio, de vez em quando, mesmo que ficasse muito longe de casa. As explicações de matemática e as horas de frio à espera. A minha borracha que aparecia misteriosamente no estojo do colega que não era da minha turma. O meu dicionário de Inglês, pobre Oxford, que correu as mãos da maioria das pessoas que me lembro e que nem me lembro... A minha invenção de pôr as fórmulas de física (sempre detestei esta disciplina) no eixo dos YY da Texas, sendo ponto assente que estas eram as únicas cábulas que admitia para mim mesma. A inter-ajuda nos testes. Os novos amigos, escola pequena e onde todos se conheciam, os amigos feitos no canal IRC da escola. O rapaz que aparecia no anúncio da tv e que levou um dia com o meu cachecol. As experiências de TLQ e TLB. O terror dos testes de matemática. O professor de filosofia que me pedia sempre para ler os tpcs. Os croissants com chocolate no intervalo grande da tarde. As fatias de pizza à hora de almoço, com uma coca-cola tirada na máquina. A contínua do cabelo preto e a loira. A tontinha do bar. O mauzão da secretaria. As olímpiadas do ambiente. O projecto de inglês para apresentar o país aos colegas estrangeiros (uma espécie de Erasmus do secundário, cujo nome não me recordo agora). A minha paixão pelos DNAs que me manteve até hoje. As festas da escola. O tempo dos graffittis e dos bonés.

E agora: está lá tudo, apenas quando me deito para dormir e consigo recordar... É o poder que uma música tem em nós!

(Para completar o ramalhete: http://www.youtube.com/watch?v=Hj5S1RCUDvM)