sábado, 25 de abril de 2015

Disto dos amores (I)

Estar a ser acompanhada na psicóloga tem tido um efeito engraçado. Se não servir para mais nada, serve para recordar histórias da minha vida. Pedaços de mim que vou lembrando à medida que vamos falando. 

Coisas boas que me fazem sentir que a vida não tem sido tão triste como (por vezes) me quer parecer, que enchem o coração, que aquecem a alma, que fazem soltar uma gargalhada ou um sorriso mais atrevido.

Coisas menos boas que me garantem que tudo passa, que nos levantamos sempre. Mais fortes, com mais esperança, com mais motivos para continuar a acreditar. Momentos que marcam a nossa própria transformação numa pessoa melhor.

Nesta última conversa (não gosto de lhe chamar consulta, isso foi com a primeira psicóloga que não continuei a visitar) estive a falar de amores da adolescência e acho que vou escrever umas linhas sobre este tema um dia destes. E vou também ler alguns posts antigos, que isto de ter um blog com quase 10 anos ajuda a guardar imensas memórias.

Julianne Moore

3 comentários:

Briana disse...

Gostava um dia ir a uma consulta de psicologia.. Mas existem psicólogos mesmo maus

Marisa Maria disse...

Cada vez que vou à psicóloga é das duas uma, ou fico à beira de chorar ou desabo mesmo a chorar.

Gaja Maria disse...

Temos uma certa tendência para sobrevalorizar as coisas em detrimento das boas, mas elas existem e povoam a nossa vida :))