
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Poema da Nêspera
domingo, 18 de abril de 2010
Mimos

Desde que sai de casa que a minha mãe me prepara todos os dias um "lanche" para me entregar quando nos encontramos antes de irmos trabalhar. Mas só hoje é que descobri que as maçãs que ela dedicadamente corta em fatias já prontas para eu comer são Pink Lady... Realmente, as mães estragam-nos com mimos!
Loucuras
Já tinha visto anteriormente nas montras de algumas ourivesarias e tinham-me despertado a atenção. Mas ontem, ao entrar numa delas em busca de um relógio para o quase marido, fiquei a observar as jóias que tinham. Estas são decididamente uma loucura. Se me saisse o Euromilhões ia a correr comprar algumas... Da colecção Attrape-moi... Si tu m'aimes da Chaumet Paris.



sábado, 17 de abril de 2010
Bad Signs

O facto de andar a ouvir o Razorblade Romance, é sinal que as coisas estão a precisar de uma volta. Meanwhile, a ver se me dedico a pensar numa tese que seja bastante inovadora... É capaz de ser melhor investir o meu tempo a pensar em algo realmente útil para mim e mandar o resto lixar-se com um F bem grande...
Foto: PJ Harvey
Da maldade
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Mas será que ninguém os traz a Pt este ano???
Este vídeo mostra bem o quanto ele é alto. E eu já estive ao lado dele... Ah, se fosse hoje...
E só mesmo porque estou-me a passar da cabeça...
Vou pintar as unhas de roxo e aparecer vestida de gótica amanhã na empresa! Just kidding, as unhas sim... O resto era abusar da sorte. Mas que era giro, era...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Editors - You Don't Know Love
Descobri esta música hoje ao ouvir outras e simplesmente apaixonei-me por ela.
I love you like in our first day together...
terça-feira, 13 de abril de 2010
De como acabar com um almoço de Páscoa ou a falta de consideração pela profissão farmacêutica
Ensinaram-me os meus pais que quando convidamos pessoas para almoçar devemos ser bem-educados. Tratar bem as pessoas. Mesmo que algum de nós não simpatize particularmente com alguma delas.
O fim-de-semana Pascal foi passado na casa dos meus pais no Algarve, onde temos família. Com o avançar da idade as refeições com muita gente vão-se tornando cada vez mais um sacrifício. Mas por uma questão de cortesia lá se vão suportando.
No Domingo fomos convidados para almoçar em casa de família mais afastada, mas cuja casa é em frente à dos meus pais. Marcação da hora do almoço: 13 horas. Até porque a maioria das pessoas tinha que regressar a Lisboa. O almoço foi especialmente realizado para a filha dessas pessoas, que raramente coloca os pézinhos na “aldeia”.
Não sei se já referi aqui no meu querido blog, mas sou bastante pontual e não gosto que as pessoas se atrasem. Então a dita rapariguinha começou logo bem quando chegou praticamente uma hora atrasada.
E chegou a matar… Começando por dizer que não nos conhecia, a mim e à minha irmã, o que é normal dada a escassez de vezes que aparece. Mas a cara de desprezo que utilizou deixou-me ligeiramente mais furiosa do que o atraso.
Durante o almoço, a propósito não sei bem do quê, começou-se a falar de medicamentos. A moça é delegada de informação médica numa empresa de genéricos. Afirmo desde já que nada tenho contra genéricos. Só que num almoço de “família” a menina que atende o telefone a dizer “não estou” disse que: “Aviar medicamentos qualquer pessoa avia, só temos que os educar”. Isto gerou um pequeno mau-estar (e uma enorme azia na minha pessoa), mas leva-me aqui a fazer algumas considerações porque “quem não sente não é filho de boa gente” e porque tive que me abster de fazer muitos comentários porque estava em casa alheia e não gosto de confusões.
- Aviar medicamentos era expressão que se utilizava no tempo dos Afonsinhos, que eu saiba, actualmente, diz-se dispensar medicamentos.
- De certeza que se eu estivesse do outro lado do balcão de uma farmácia, bata branca vestida e cartão verde a dizer Dra. a criatura não me faltava assim ao respeito.
- Não vou estar a discutir com uma pessoa cuja formação foi provavelmente providenciada por colegas meus e que os desrespeita assim que pode.
- Não vou estar a discutir se os genéricos são iguais aos de marca ou não, quando a pessoa não tem bases para realizar essa discussão e muito menos sabe que estou a tirar o mestrado que está mais relacionado com a produção e avaliação de medicamentos.
- Não posso admitir que me envergonhem a mim e à minha classe em frente a uma série de pessoas e não me defender. Não posso admitir que ninguém me defenda, mas que o pai dela diga “mas todos os medicamentos causam efeitos secundários”... Que é uma coisa que, de resto, eu ainda não sabia... Mas posso admitir que ignorar e deixar a conversa suspensa sem mais discussão é a melhor alternativa para quem não quer estar a entrar em caminhos tortuosos…
- E mais uma vez deixo aqui um apelo: caros colegas farmacêuticos, se não fazemos alguma coisa vamos ter cada vez menos dignidade e respeito. Basta ver o que diz uma delegada que acha que sabe tudo sobre medicamentos quando pensa que está à mesa com pessoas ignorantes e que têm 18 anos.
Posso garantir que quando trabalhei em farmácia comunitária era a marca que ela representa com quem eu mais trabalhava. Mas como sempre, a partir daquele belo dia não mais comprarei medicamentos daquela marca e no que depender de mim também não faço questão de ir a mais almoços destes de família… Porque não me merece respeito quem não me respeita.
Nota: texto que estava guardado desde o dia seguinte ao acontecimento, mas que por diversos motivos só hoje me apeteceu publicar.
Aconchegar as mantas...

Sempre tive sorte. Primeiro eram os meus pais que me aconchegavam as mantas. Depois a minha querida irmã cresceu (demasiado rápido, devo dizer) e quando saia para estudar e, mais tarde, trabalhar, se eu estivesse destapada ela ia lá e voltava a colocar-me quentinha. Agora, depois de alguns tempos de lutas titânicas para ver para que lado caiam as mantas em cada noite, quando o meu quase-marido sai de casa mais cedo, põe-me os braços para baixo dos lençóis.
E é nestas pequenas coisas que nos devemos concentrar quando encontramos situações menos boas no nosso caminho...
Já disse que adoro o Mestrado?
Apesar dos nervos e da falta de tempo que também me provoca, o Mestrado tem servido para relativizar algumas coisas. Ao fim de 8h de trabalho estar animada e bem acordada para ficar a ouvir 3h de aula fazem-me pensar que os meus pais sempre tiveram razão quando diziam que "a única coisa para a qual eu tinha jeito era para estudar". Soa mal? Sim, provavelmente. Mas é a mais pura das verdades, estudar é algo que me realiza e preenche. Deve ser por isso que também gosto muito daquilo que faço actualmente.
sábado, 10 de abril de 2010
Adeus ó vai-te embora...
E para estar a ouvir que nefrotoxicidade é a toxicidade dos rins (really??) numa aula de MESTRADO que me custa os olhos da cara, vou-me mas é embora da aula ao intervalo e rapto o namorado-quase-marido para um jantar de sushi.
DESaprender
Estamos a falar de Ensaios Clínicos de Fase II e, de repente, ela diz que são feitos em roedores e não roedores. E eu que pensava que os Ensaios CLÍNICOS eram todos feitos em Humanos?
Ninguém merece...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Miminhos to self
Perdi a cabeça com uma promoção do SPA onde já fui (e que, de resto, fica no prédio da empresa onde trabalho) e adquiri duas massagens com 50% de desconto. Uma delas é a das pedras quentes que vou poder finalmente experimentar! Chegaram hoje os vouchers a casa dentro de uma caixinha muito sofisticada e com um chá de chocolate a acompanhar... Posso marcar até ao final do ano, o que é uma vantagem. No entanto, a razão pela qual perdi o amor ao dinheiro quando ele anda curtinho é que com trabalho e mestrado, tenho que ter pequenos momentos para mim, de relaxamento...
E num outro post hei-de fazer referência e publicidade ao SPA uma vez que foram excelentes na resolução de uma situação... Um serviço claramente BEM orientado para a satisfação do cliente, que é o que se quer, mas que anda difícil de encontrar por estes dias.
Foto: PJ Harvey
Viagens de Metro (I)
A menina ao meu lado saca do boião de gloss de dentro da carteira (que para mim se chama mala, mas como toda a gente agora lhe chama assim... até preferia chamar-lhe pochete mas ok) e que faz? Enfia a língua dentro do gloss e de seguida espalha-o pelos lábios...
Voltando às lides bloguianas...
"Com Knorr Natura qualquer pessoa pode ser o Sá Pessoa..."
Não pode ser antes o Chakall???
terça-feira, 6 de abril de 2010
Eu tinha coisas para escrever aqui...
Mas depois de ler um dos blogs que costumo acompanhar (http://eutueosmeussapatos.blogspot.com/) desisti de escrever o que quer que fosse. Porque há momentos em que aquilo que nos atormenta é tão pequenino comparado com outras dores que não vale a pena sequer perder tempo!
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