quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
E agora que já descarreguei os meus níveis de cortisol...
E as pessoas são tão civilizadas

Que andam por aí feitas malucas sabe-se lá porquê e batem nos para-choques dos carros que estão ao seu lado no estacionamento e quando chegamos lá temos uma bela prenda. Feita por outrém, mas sustentada por nós, assim uma espécie de adopção mas sem termos preenchido os papéis. Raios partam esta gente!
Foto: Angelina Jolie
Às vezes tenho vergonha de ser farmacêutica
Quando entro numa farmácia (que na verdade se devia chamar SUPERMERCADO) para medir a tensão arterial do meu pai e me respondem que não medem. Resmunguei e só não pedi o livro de reclamações porque estava demasiado preocupada. Farmácias assim não precisamos, muito obrigada!
O exercício da actividade farmacêutica tem como objectivo essencial a pessoa do doente. (Artigo 1º, Capítulo I do Código Deontológico da OF)
O farmacêutico é um agente de saúde cumprindo-lhe executar todas as tarefas que ao medicamento concernem, todas as que respeitam às análises clínicas ou análises de outra natureza de idêntico modo susceptíveis de contribuir para a salvaguarda da saúde pública e todas as acções de educação dirigidas à comunidade no âmbito da promoção da saúde.
(Artigo 5º, Capítulo II do Código Deontológico da OF)
1. A primeira e principal responsabilidade do farmacêutico é para com a saúde e o bem-estar do doente e da pessoa humana em geral, devendo pôr o bem dos indivíduos à frente dos seus interesses pessoais ou comerciais e promover o direito das pessoas a terem acesso a um tratamento com qualidade, eficácia e segurança.
(Artigo 6º, Capítulo II do Código Deontológico da OF)
As farmácia têm mesmo tudo, até medicamentos... Mas têm cada vez menos aquilo que é preciso. E não me apetece fazer mais comentários, o Código Deontológico fala por si.
O exercício da actividade farmacêutica tem como objectivo essencial a pessoa do doente. (Artigo 1º, Capítulo I do Código Deontológico da OF)
O farmacêutico é um agente de saúde cumprindo-lhe executar todas as tarefas que ao medicamento concernem, todas as que respeitam às análises clínicas ou análises de outra natureza de idêntico modo susceptíveis de contribuir para a salvaguarda da saúde pública e todas as acções de educação dirigidas à comunidade no âmbito da promoção da saúde.
(Artigo 5º, Capítulo II do Código Deontológico da OF)
1. A primeira e principal responsabilidade do farmacêutico é para com a saúde e o bem-estar do doente e da pessoa humana em geral, devendo pôr o bem dos indivíduos à frente dos seus interesses pessoais ou comerciais e promover o direito das pessoas a terem acesso a um tratamento com qualidade, eficácia e segurança.
(Artigo 6º, Capítulo II do Código Deontológico da OF)
As farmácia têm mesmo tudo, até medicamentos... Mas têm cada vez menos aquilo que é preciso. E não me apetece fazer mais comentários, o Código Deontológico fala por si.
Queridos Pais

Há uma idade que pensamos que nunca vai chegar, afinal os pais sempre tomaram conta de nós e não estamos preparados para que o contrário aconteça. Mas chega uma altura em que os problemas começam a aparecer e temos que ser nós, filhos de quem os pais cuidaram para que nada de mal acontecesse, a andar para a frente e a cuidar de vocês.
Dói muito quando nos apercebemos que, afinal, os pais não serão eternos. Por isso, quando me dizem "fiz-te perder um dia de estudo" ou "não sei porque é que vieste comigo à consulta" só vos posso dizer que é tempo ganho, que é reconhecimento, que é fazer tudo o que posso para vos proporcionar uma saúde melhor, dias mais felizes e bem passados. Nunca perdemos tempo a cuidar de quem amamos, ganhamos... ganhamos muito. Ganhamos por saber que tudo aquilo que foi construído, evidentemente que uns dias de melhor maneira do que outros, vos pode trazer uma vida menos penosa.
E mesmo nos momentos em que me sinto mais frustrada com a profissão que escolhi, sinto-me grata por poder conseguir antecipar problemas que podiam ser detectados muito mais tarde, caso não houvessem olhos treinados perto de vocês. Os meus e os da minha irmã. Sinto-me grata por pertencermos as duas à área da saúde, poder ajudar naquilo que podemos e procurar a ajuda certa naquilo que nos foge do alcance.
Dói muito quando nos apercebemos que, afinal, os pais não serão eternos. Por isso, quando me dizem "fiz-te perder um dia de estudo" ou "não sei porque é que vieste comigo à consulta" só vos posso dizer que é tempo ganho, que é reconhecimento, que é fazer tudo o que posso para vos proporcionar uma saúde melhor, dias mais felizes e bem passados. Nunca perdemos tempo a cuidar de quem amamos, ganhamos... ganhamos muito. Ganhamos por saber que tudo aquilo que foi construído, evidentemente que uns dias de melhor maneira do que outros, vos pode trazer uma vida menos penosa.
E mesmo nos momentos em que me sinto mais frustrada com a profissão que escolhi, sinto-me grata por poder conseguir antecipar problemas que podiam ser detectados muito mais tarde, caso não houvessem olhos treinados perto de vocês. Os meus e os da minha irmã. Sinto-me grata por pertencermos as duas à área da saúde, poder ajudar naquilo que podemos e procurar a ajuda certa naquilo que nos foge do alcance.
Foto: Emily e Zooey Deschanel
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Final de Ano
Parabéns Metropolitano de Lisboa
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Sugestões
Para além dos chás maravilhosos da Rituals, descobri este fantástico Blackberry & Elderflower - Taylors of Harrogate.

http://www.taylorsofharrogate.co.uk/

http://www.taylorsofharrogate.co.uk/
Tenho a certeza que 2010 será melhor
That's hot!
Também este post é dedicado à minha maninha, que começa o ano logo a trabalhar!
domingo, 27 de dezembro de 2009
Obrigada eu...

A minha irmã é uma criatura que não tem noção nenhuma das coisas. Esteve aqui alojada em nossa casa desde sexta até hoje porque os nossos pais foram passar o fim-de-semana fora. E hoje, ao sair, disse: "Obrigada por me aturarem e por me terem acolhido"... Obrigada eu, pela companhia, por nos teres feito sempre comida decente e não as porcarias que costumamos comer, por teres lavado sempre a loiça, por nos teres ajudado a arrumar a casa. Porque ter-te por perto faz-me sempre uma pessoa AINDA mais feliz.
Na foto: Emily e Zooey Deschanel
Férias...
Regresso, um ano mais velha...
O meu dia de aniversário a trabalhar correu bem, foi até muito mais engraçado do que podia imaginar. A consoada feita pela primeira vez na nossa casinha correu bastante bem, com muitas prendinhas e alegria. Quanto ao final do ano, ainda nenhum plano...
Algumas das prendinhas que recebi, para além de mais peças para a pandora:




terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Amanhã
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Férias de Natal
sábado, 19 de dezembro de 2009
Ainda bem que AINDA não tenho filhos pequenos
Só agora vi com atenção este vídeo... E é só um exemplo de como hoje em dia os vídeos se tornaram cada vez mais "explícitos", no tom ligeiro do termo.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Convém não esquecer
Não se diz remédio, diz-se medicamento. Remédio pode ser um chá ou um preparado de cascas de cebola feito na panela de esmalte.
Não se diz bula, a "coisa" chama-se folheto informativo. Bula segundo uma definição do muito interessante do meu mais-que-tudo é a mulher do bule. (Lá está, a bula deve vir a acompanhar o remédio).
E para os profissionais de saúde que queiram/precisem saber mais há uma outra "coisa" que se chama Resumo das Características do Medicamento, vulgo RCM ou em inglês SPC.
Não estou para aqui a tentar parecer que sei muito. Só acho que em cada profissão devemos saber chamar as "coisas" pelos nomes. E se estamos a tentar saber cada vez mais, convém estarmos atentos a estes pormenores.
Se na peixaria disser que quero carapaus e me enfiarem sardinhas no saco eu não vou achar graça (se bem que há quem não saiba distinguir uma coisa da outra, mas isso são outros quinhentos...) By the way, eu não gosto de sardinhas...
Não se diz bula, a "coisa" chama-se folheto informativo. Bula segundo uma definição do muito interessante do meu mais-que-tudo é a mulher do bule. (Lá está, a bula deve vir a acompanhar o remédio).
E para os profissionais de saúde que queiram/precisem saber mais há uma outra "coisa" que se chama Resumo das Características do Medicamento, vulgo RCM ou em inglês SPC.
Não estou para aqui a tentar parecer que sei muito. Só acho que em cada profissão devemos saber chamar as "coisas" pelos nomes. E se estamos a tentar saber cada vez mais, convém estarmos atentos a estes pormenores.
Se na peixaria disser que quero carapaus e me enfiarem sardinhas no saco eu não vou achar graça (se bem que há quem não saiba distinguir uma coisa da outra, mas isso são outros quinhentos...) By the way, eu não gosto de sardinhas...
A uma semana de mais um aniversário
Vou escrever aqui algo que há muito queria escrever... Porque o tempo pode amenizar a dor, mas não ameniza as saudades crescentes que vamos sentindo com o passar desse mesmo tempo.
O meu avô era vidreiro. Profissão dura, que exigia muito dele. Recentemente, após anos da casa dele estar fechada e após decisão de a vender, fomos buscar as coisas que lá permaneciam há 14 anos. Lá estavam guardadas uma medalha de mérito por bom desempenho, a medalha de ouro dos 25 anos de bom serviço à companhia. Os medicamentos intactos, as coisas que reconheço de tantos dias passados naquela casa.
O meu avô era uma pessoa especial. Nos 12 anos que a vida me proporcionou a sua companhia nunca o vi realmente zangado. Recordo quando nos deixava fazer festas nos coelhinhos recém-nascidos, soltava os pintainhos para andármos a correr atrás deles, deixava que brincássemos na horta que mantinha cuidadosamente, especialmente a erva cidreira, o chá preferido e que fazia sempre. As vésperas de Natal eram passadas num anexo da casa da minha tia, onde a minha avó preparava as filhóses de abóbora. Ainda hoje consigo sentir o cheiro e o gosto. Nenhumas serão alguma vez iguais. Enquanto a avó preparava a ceia, ele deixava-nos ir espreitar a massa que levedava por baixo dos cobertores, sem a avó saber. Não sabia ler nem escrever, então fazia bonecos para nos manter entretidas. Um dia eu disse que o ia ensinar a ler mas a vida não me deu esse privilégio.
Os meus pais trabalhavam e saiam muito cedo. Então logo de madrugada, lá iamos de uma casa para a outra embrulhadas nos nossos cobertores, cada uma ao colo de um deles. O meu cobertor azul, o cobertor do xadrez da minha irmã.
O meu avô partiu de maneira inesperada e cedo demais. No entanto, deixou-me das coisas mais importantes que tenho: uma infância feliz e saudável, valores e ideais de vida que tento seguir e a vontade de fazer tudo como ele gostaria que fizesse, para que se orgulhasse de mim.
Onde quer que esteja, sei que está com aquele sorriso que tinha sempre, que todos à sua volta gostam dele e o admiram, a ajudar todos os que precisam sem pedir nada em troca, que tem a avó ao seu lado a fazer-lhe companhia e a ralhar por ser demasiado boa pessoa, mas continuando a sê-lo, sempre... Pelo menos é assim que ele vive no meu coração.
O meu avô era vidreiro. Profissão dura, que exigia muito dele. Recentemente, após anos da casa dele estar fechada e após decisão de a vender, fomos buscar as coisas que lá permaneciam há 14 anos. Lá estavam guardadas uma medalha de mérito por bom desempenho, a medalha de ouro dos 25 anos de bom serviço à companhia. Os medicamentos intactos, as coisas que reconheço de tantos dias passados naquela casa.
O meu avô era uma pessoa especial. Nos 12 anos que a vida me proporcionou a sua companhia nunca o vi realmente zangado. Recordo quando nos deixava fazer festas nos coelhinhos recém-nascidos, soltava os pintainhos para andármos a correr atrás deles, deixava que brincássemos na horta que mantinha cuidadosamente, especialmente a erva cidreira, o chá preferido e que fazia sempre. As vésperas de Natal eram passadas num anexo da casa da minha tia, onde a minha avó preparava as filhóses de abóbora. Ainda hoje consigo sentir o cheiro e o gosto. Nenhumas serão alguma vez iguais. Enquanto a avó preparava a ceia, ele deixava-nos ir espreitar a massa que levedava por baixo dos cobertores, sem a avó saber. Não sabia ler nem escrever, então fazia bonecos para nos manter entretidas. Um dia eu disse que o ia ensinar a ler mas a vida não me deu esse privilégio.
Os meus pais trabalhavam e saiam muito cedo. Então logo de madrugada, lá iamos de uma casa para a outra embrulhadas nos nossos cobertores, cada uma ao colo de um deles. O meu cobertor azul, o cobertor do xadrez da minha irmã.
O meu avô partiu de maneira inesperada e cedo demais. No entanto, deixou-me das coisas mais importantes que tenho: uma infância feliz e saudável, valores e ideais de vida que tento seguir e a vontade de fazer tudo como ele gostaria que fizesse, para que se orgulhasse de mim.
Onde quer que esteja, sei que está com aquele sorriso que tinha sempre, que todos à sua volta gostam dele e o admiram, a ajudar todos os que precisam sem pedir nada em troca, que tem a avó ao seu lado a fazer-lhe companhia e a ralhar por ser demasiado boa pessoa, mas continuando a sê-lo, sempre... Pelo menos é assim que ele vive no meu coração.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Eu não tenho a culpa...
Mas a cara deste jovem mete-me medo. Não sei explicar o porquê. Sobretudo no anúncio do Tag (Optimus). Peço muita desculpa ao moço...

João Manzarra
domingo, 13 de dezembro de 2009
Blog semanal?
O meu adorado blog anda um bocadinho esquecido. Mas aproveitei este bocadinho em que já estou demasiado cansada para continuar a estudar para vir aqui escrever um bocadinho. Actualizações... Tirando a alegria de ter uma boa nota (sensação que já estava bastante distante de mim), a semana foi stressante e estive sempre preocupada com um problema de saúde de alguém próximo.
Quando pensava que ia ter uma semana sem nada para apresentar, lá vieram mais uns artigos para ler, analisar e explicar aos colegas. Acho bem, afinal é para isso que andamos lá.
Para a semana também vou finalmente fazer uma pequena formação relacionada com o trabalho (em Farmacoeconomia), que também me parece interessante.
As prendas de Natal já estão compradas e tenho a certeza que farão felizes as pessoas que mais gosto. A árvore de Natal está muito bonita e um dia destes tenho que colocar aqui uma foto dela.

Na foto: Jennifer Garner para W - Jan 2010.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Não... Não venho aqui fazer a minha lista de prendas
Isso seria pouco original. Claro que poderia inventar milhentas coisas que gostaria de receber, algumas impossíveis e tal. Mas este ano não pedi nada de especial, até porque não preciso mesmo de nada. Aquilo que queria mesmo muito era ter um anel que me servisse no dedo anelar da mão esquerda, o que estava a ser uma tarefa árdua porque como os meus dedos são muito fininhos não conseguia encontrar nenhum que gostasse e que não me caisse do dedo. Pois que encontrei finalmente dois, simplesmente agarrei e comprei-os para me oferecer a mim mesma. Um de prenda de anos e outro de prenda de Natal. Nada de pedinchices. São meus e estão debaixo da árvore de Natal à espera que eu os comece a usar.

CK Disco

CK Slant
A nova moda...
Protesto
Acho que não devia ser permitido fumar no interior do Pavilhão Atlântico durante os concertos. Desculpem o extremismo mas incomoda-me mesmo bastante!

P.S.: Às ordinaronas que ficaram atrás de mim no concerto dos Depeche Mode, espero que se tenham divertido bastante, porque pelos vistos não saiam de casa há muito tempo e deviam estar cheias de mofo tal era a agitação...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Alguém consegue responder-me?
O regresso das calinadas... Parte II
"Ela deu-nos carta verde para escolhermos o tema."
Pensei que a carta costumava ser branca e que a carta verde era a do seguro do carro...
Pensei que a carta costumava ser branca e que a carta verde era a do seguro do carro...
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