sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Já chegou o Verão?!
É verdade que choveu mais de um mês seguido e que o povo andava deprimido e ansioso pela chegada de dias de sol e calor. E também é verdade que estes últimos dias teriam sido melhor passados numa esplanada em vez de estar numa secretária em frente ao pc a trabalhar. Mas hoje senti pela primeira vez este ano (cada vez chega mais cedo) o cheiro típico e característico dos bronzeadores-óleos-de-quem-gosta-de-esturricar-e-não-liga-aos-UVs. E ainda a propósito, a moda dos collants rasgados e cheios de buracos gigantes deprime-me mais do que os dias de chuva, mas cada um veste o que quer... (Também deve ser para apanhar fresquinho nas pernas, que este Fevereiro chegou com temperaturas de clima tropical... Yeah right...)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Carnaval
Eu não gosto muito do Carnaval. Mas vou aqui confessar que desde pequena sempre quis mascara-me de Jessica Rabbit. Mas também podia ser de Melissa Auf-der-Maur.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Os homens preferem as loiras?
Isso não sei, mas parece-me que entre as morenas e as ruivas preferem as cenourinhas.
Na foto: Julianne Moore
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Rendi-me... (Tardou mas não falhou)
Como sempre, a minha irmã acompanha as séries desde o início, eu acho que não têm piada mas depois acabo por ficar rendida. Primeiro Lost, depois Prison Break.
Him - Resurrection (live Berlin 2000)
Eu vi este concerto, gravado em VHS do Sol Música, muitas vezes. Estou a precisar de encontrar a pessoa que era nesta época, apesar de todas as coisas menos boas era uma pessoa mais determinada e que tinha objectivos definidos...
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O dia seguinte
Eu e o meu namorado não temos nada contra o dia dos namorados. É apenas mais um dia em que aproveitamos para fazer o mesmo que fazemos sempre que estamos juntos. E oferecemos presentes, mas isso também é coisa que fazemos sem precisar de dias. Desta vez devido à crise, decidimos fixar um limite para a prendinha (ao fim de 8 dias de São Valentim temos mesmo que começar a apostar na originalidade). Trocámos livros (a minha montanha da mesa de cabeceira continua a aumentar e ainda há bocado ameaçou ruir...).
Diz ele que teve bastante dificuldade em encontrar um livro que eu gostasse, tendo optado por jogar pelo seguro e escolhido aquele que sabia que eu queria ler. Assim, a escolha foi a biografia "Einstein, A sua vida e universo".
Bastou-me ler a frase que inicia o livro para perceber que vai ser uma leitura muito especial.
"A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso continuar em movimento."
Diz ele que teve bastante dificuldade em encontrar um livro que eu gostasse, tendo optado por jogar pelo seguro e escolhido aquele que sabia que eu queria ler. Assim, a escolha foi a biografia "Einstein, A sua vida e universo".
Bastou-me ler a frase que inicia o livro para perceber que vai ser uma leitura muito especial.
"A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso continuar em movimento."
Albert Einstein, Carta ao seu filho Eduard, 5 de Fevereiro de 1930
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
"And the sun will come on thru"
Hoje finalmente esteve um belo dia de sol. Fui almoçar com as minhas amigas da faculdade e a vontade de regressar ao trabalho era nula. Passávamos bem melhor a tarde numa esplanada com vista para o rio a continuar a agradável conversa que tivémos que interromper devido a restrições temporais.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Japanese Food
Já devo ter aqui referido que sou grande apreciadora de comida japonesa. É viciante. No Sábado experimentei mais um restaurante de sushi lisboeta. Fui finalmente ao Aya das Twin Towers, mais propriamente ao Bistrôt. Tinha ouvido e lido muito boas referências sobre este restaurante (até mesmo como sendo o melhor da capital). Não me desiludiu mas comparando com outros a que já fui não achei melhor. Senti falta de ser eu a colocar o wasabi na quantidade que quero... Ponto favorito: comi pela primeira vez esta sobremesa (que penso eu se chama mochi).
O meu preferido restaurante japonês preferido (e aquele a que acabei por me fidelizar) é o Japa do Campo Pequeno (mas em Janeiro fui lá e estava fechado... espero que reabra, ainda não voltei lá entretanto). Nesse dia em que bati com o nariz na porta, experimentei o recente Sushi Time do Parque das Nações, onde têm o "famoso" rodízio de sushi e também me agradou bastante. Em questão de ambiente e decoração é bastante agradável.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Banco Farmacêutico - Até dia 14
Não podia deixar de colocar aqui o link para quem quiser saber mais e quem quiser colaborar.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=372058
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=372058
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Mais um desafio lançado pela Sissi
6 Coisas que fazem parte da minha vida:
Galão: Se me querem ver bem disposta logo de manhã é darem-me um galão quentinho, de preferência acompanhado de uma bela torrada de pão alentejano.
Leitura: leio tudo o que apanho, foi toda a vida um hábito e sei que não vou livrar-me dele.
Comunicação: telemóvel e internet, tenho que estar sempre com eles por perto para saber notícias daqueles que mais gosto (diz que agora também tratam os cyberdependentes em clínicas)
Medicamentos: “drugs are my life”, ser farmacêutica é algo que me realiza (gostava de continuar a saber cada vez mais, mas o tempo nem sempre nos deixa estar tão actualizados quanto gostaríamos)
Paixão: que seria da vida sem paixão e os seus picos de loucura?
Melancolia: O sentimento que melhor me define. Gostaria de colocar aqui alegria ou felicidade, mas eu sou mesmo assim… É algo que tento melhorar diariamente.
A minha relação com os 7 pecados capitais...
Gula: eu sou mais doces…
Avareza: eu sou mais de gastar…
Inveja: só se for inveja de uns belos sapatinhos, que estão nas montras e não nos meus pés
Ira: sim, confesso que às vezes me dão uns ataques de raiva, mas depois passam depressa. Ah, e normalmente até são contra mim mesma…
Soberba: se estiver um espelho no caminho a minha regra é não olhar, mas sou orgulhosa
Luxúria: quem não tem o seu quê de luxúria? “I'm unclean, a libertine” já diziam os Placebo. Mas no geral sou bastante bem comportada!
Preguiça: sim, sobretudo ao fim da tarde começo a ficar muito pouco produtiva, funciono bastante melhor de manhã.
Galão: Se me querem ver bem disposta logo de manhã é darem-me um galão quentinho, de preferência acompanhado de uma bela torrada de pão alentejano.
Leitura: leio tudo o que apanho, foi toda a vida um hábito e sei que não vou livrar-me dele.
Comunicação: telemóvel e internet, tenho que estar sempre com eles por perto para saber notícias daqueles que mais gosto (diz que agora também tratam os cyberdependentes em clínicas)
Medicamentos: “drugs are my life”, ser farmacêutica é algo que me realiza (gostava de continuar a saber cada vez mais, mas o tempo nem sempre nos deixa estar tão actualizados quanto gostaríamos)
Paixão: que seria da vida sem paixão e os seus picos de loucura?
Melancolia: O sentimento que melhor me define. Gostaria de colocar aqui alegria ou felicidade, mas eu sou mesmo assim… É algo que tento melhorar diariamente.
A minha relação com os 7 pecados capitais...
Gula: eu sou mais doces…
Avareza: eu sou mais de gastar…
Inveja: só se for inveja de uns belos sapatinhos, que estão nas montras e não nos meus pés
Ira: sim, confesso que às vezes me dão uns ataques de raiva, mas depois passam depressa. Ah, e normalmente até são contra mim mesma…
Soberba: se estiver um espelho no caminho a minha regra é não olhar, mas sou orgulhosa
Luxúria: quem não tem o seu quê de luxúria? “I'm unclean, a libertine” já diziam os Placebo. Mas no geral sou bastante bem comportada!
Preguiça: sim, sobretudo ao fim da tarde começo a ficar muito pouco produtiva, funciono bastante melhor de manhã.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Mistérios...
Há uma data de anos (sim, provavelmente há mais de 3 ou 4) que tento encontrar uma música. Paranóias minhas. O nome da música é City. Acho eu. Lembro-me de a ver na Sol Música (quando ainda havia e dava músicas diferentes, interessantes). Não me lembro do nome da banda e nunca a consegui encontrar. Na 3ª estive numa formação sobre o novo programa de arquivo de mail no trabalho e o nome archive associou-se à city. Estranhamente aquele nome fazia sentido na minha cabeça. Como luzes que se vão acendendo no meio de uma escuridão e nos levam até ao fim de uma estrada. Cheguei a casa e pesquisei no youtube. Dei com isto:
São os Archive e a música chama-se Again. Não sei se esta é a "City" que eu andava à procura. Não sei se achei que se chamava assim por causa do vídeo. Não sei se são canções da mesma altura e esta soa-me como se fosse a outra. Não consigo decifrar ainda o enigma. Certo é que esta música estava trancada na minha memória e quando se libertou soube logo que gostava dela em 2002.
P.S. Obrigada aos senhores da informática que fizeram com que se libertassem os neurotransmissores certos nestas sinapses. Ao menos tenho uma associação do nome a alguma coisa.
São os Archive e a música chama-se Again. Não sei se esta é a "City" que eu andava à procura. Não sei se achei que se chamava assim por causa do vídeo. Não sei se são canções da mesma altura e esta soa-me como se fosse a outra. Não consigo decifrar ainda o enigma. Certo é que esta música estava trancada na minha memória e quando se libertou soube logo que gostava dela em 2002.
P.S. Obrigada aos senhores da informática que fizeram com que se libertassem os neurotransmissores certos nestas sinapses. Ao menos tenho uma associação do nome a alguma coisa.
U2 - Walk On
"And love is not the easy thing... The only baggage you can bring Is all that you can't leave behind"
"All that you fashion All that you make All that you build All that you break All that you measure All that you feel All that you reason All that you sense All that you speak"
Desci a rua à chuva a cantar esta música. Estava feliz.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Sara Tavares - Eu sei
Não me apetecia desligar o pc sem antes colocar aqui esta música. Um momento de reflexão.
A história dos Casamentos...
Bem sei que sonhar não custa e podemos sempre tentar pensar em coisas boas, que nos encham a alma e o coração quando não temos nada que nos anime particularmente o espírito. Assim, e embalada pelos casamentos de amigos e colegas, vou fazer um pequeno apanhado do que para mim seria um casamento ideal. Já tenho a parte mais importante, por isso o resto são mesmo sonhos e pormenores que não interessam assim tanto.
Começando pelo princípio, o convite. Tenho uma grande ideia, mas que não posso divulgar para não perder o impacto caso algum dia consiga que se torne uma realidade. Mas inclui fotografia do par, a preto e branco e em pose artística (nada do noivo com a camisa de xadrez à lenhador aberta e os pêlos do peito a ver-se, qual camionista).
Caminhar num vestidinho branco (nada de pérolas e champanhes e afins) e um bouquet de flores vermelhas até ao noivo e do Sr da Conservatória (também pode ser uma Sra, para o caso é-me igual) ao som do Hallelujah cantada pelo Jeff Buckley. De certeza que o noivo terá a lição mais bem estudada do que eu, porque ao que parece eu sou extremamente desorganizada e perco todas as indicações e instruções do que quer que seja. Ter umas alianças daquelas redondas-grossas-amarelas-alaranjadas.
Conviver com os meus amigos durante um repasto que inclua rúcula e sushis e profiteroles, com música que me acompanhou ao longo do meu precurso de vida e em mesas decoradas com tubos de ensaio e comprimidos. Não me faz sentido convidar pessoas só porque tem que ser, mas sim ter connosco a família chegada e os amigos que dão cor e sentido à nossa vida. Quem melhor do que aqueles que connosco partilharam sorrisos e angústias? Nada de "Apitó Comboio" nem musiquinhas Quim Barreiros que metam nomes de peixes (ex: bacalhau) e animais (ex: cabra), os mais velhos não se queixem e dancem os Abba e os Queen. Não maçar as pessoas com as fotos tradicionais, mas sim ter uma reportagem de momentos espontâneos, sem que tenham de ficar parados numa fila eternamente.
Ter um bolo que meta chocolate e, se possível, leite condensado. Dançar com os amigos. Dançar com o noivo - Inflatable dos Bush. Roubar a ideia do vídeo com fotos nossas ao longo dos tempos com o som dos 3 Doors Down. Ser mais um dia muito feliz, como tantos outros.
E se for só um sonho, já foi bom apenas por tê-lo imaginado. (Sair-me o Euromilhões ajudava...)
Começando pelo princípio, o convite. Tenho uma grande ideia, mas que não posso divulgar para não perder o impacto caso algum dia consiga que se torne uma realidade. Mas inclui fotografia do par, a preto e branco e em pose artística (nada do noivo com a camisa de xadrez à lenhador aberta e os pêlos do peito a ver-se, qual camionista).
Caminhar num vestidinho branco (nada de pérolas e champanhes e afins) e um bouquet de flores vermelhas até ao noivo e do Sr da Conservatória (também pode ser uma Sra, para o caso é-me igual) ao som do Hallelujah cantada pelo Jeff Buckley. De certeza que o noivo terá a lição mais bem estudada do que eu, porque ao que parece eu sou extremamente desorganizada e perco todas as indicações e instruções do que quer que seja. Ter umas alianças daquelas redondas-grossas-amarelas-alaranjadas.
Conviver com os meus amigos durante um repasto que inclua rúcula e sushis e profiteroles, com música que me acompanhou ao longo do meu precurso de vida e em mesas decoradas com tubos de ensaio e comprimidos. Não me faz sentido convidar pessoas só porque tem que ser, mas sim ter connosco a família chegada e os amigos que dão cor e sentido à nossa vida. Quem melhor do que aqueles que connosco partilharam sorrisos e angústias? Nada de "Apitó Comboio" nem musiquinhas Quim Barreiros que metam nomes de peixes (ex: bacalhau) e animais (ex: cabra), os mais velhos não se queixem e dancem os Abba e os Queen. Não maçar as pessoas com as fotos tradicionais, mas sim ter uma reportagem de momentos espontâneos, sem que tenham de ficar parados numa fila eternamente.
Ter um bolo que meta chocolate e, se possível, leite condensado. Dançar com os amigos. Dançar com o noivo - Inflatable dos Bush. Roubar a ideia do vídeo com fotos nossas ao longo dos tempos com o som dos 3 Doors Down. Ser mais um dia muito feliz, como tantos outros.
E se for só um sonho, já foi bom apenas por tê-lo imaginado. (Sair-me o Euromilhões ajudava...)
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