Ora aí está uma música que inspira os meus ímpetos consumistas. Estou sempre a reclamar das musiquinhas deprimentes que só me aborrecem em vez de despertar o meu espírito comprador, afinal de vez em quando ainda se apanham algumas músicas que despertam os sentidos.
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Electrical Storm - U2
let's see colours that have never been seen
let's go to places no one else has been
domingo, 22 de junho de 2008
Primeiro post escrito no novo brinquedinho
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Ao intervalo
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Weeee!!!
Eu por mim...
Kate Perry - I kissed a girl
Hum... Parece-me que vai ser mesmo um hit deste Verão. O J. consegue sempre antever os sucessos musicais, ele devia era ser Manager... Musical.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Hospital
Ainda a Itália...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Apeteceu-me gritar...
XXX - é uma qualquer marca de carros com a qual não simpatizo o suficiente para fazer publicidade no meu blog :P
Movidos a energia positiva?
terça-feira, 10 de junho de 2008
Da desilusão...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
E agora vou para a cama sonhar...
Jeff Buckley - Hallelujah
Porque sonhar é aquilo que melhor sabemos fazer, porque sonhar nos liberta e permite viver noutra dimensão, na dimensão daquilo que queremos da nossa vida. A música é esta, as sandálias são prateadas e o sorriso é igual ao da primeira vez que me encontrei contigo.
domingo, 8 de junho de 2008
Apetece-me esparvoar!
Podia era dissertar sobre nomes comerciais de medicamentos. Era muito interessante, mas não me parece boa ideia.
As bandeiras
sábado, 7 de junho de 2008
Há momentos...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Ratinhos...
terça-feira, 3 de junho de 2008
E ainda...
Isto também vai um pouco ao encontro do que escreveram os colegas do http://www.linezolide.blogspot.com/ sobre o mundo das CF.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Correndo riscos
The Corrs - Only when I sleep
Mesmo correndo o risco deste post ser uma piroseira, decidi levá-lo adiante. The Corrs marcaram uma etapa da minha vida, da qual me recordei sei lá porquê. Foi a entrada no secundário. Nem que quisesse poderia condensar aqui todas as experiências e emoções vividas naquela altura. Nem me lembro de metade das coisas, afinal já foi há alguns anos, e mesmo tendo algumas provas escritas não penso em ir lê-las. Mas também não me parece boa ideia deitá-las fora. Tínhamos um cacifo onde costumávamos deixar correspondência, sobre a vida. Amores e desamores, filosofias de vidas, os estudos e as faltas dele. A biologia vs a física. Lembro-me que todos os pequenos percalços eram uma grande desgraça. Mas quando os tempos nos pareciam alegres ficávamos esfuziantes. À distância de todos estes anos consigo perceber que se sofre muito sem qualquer razão. Podiamos ter sido tão mais felizes, mas todo o suposto grande sofrimento só serviu para nos construirmos como pessoas. Pelo menos falo por mim. As muitas visitas de estudo, onde só queriamos ir para poder estar com as pessoas de outras turmas. As viagens no autocarro ou as idas no comboio, de vez em quando, mesmo que ficasse muito longe de casa. As explicações de matemática e as horas de frio à espera. A minha borracha que aparecia misteriosamente no estojo do colega que não era da minha turma. O meu dicionário de Inglês, pobre Oxford, que correu as mãos da maioria das pessoas que me lembro e que nem me lembro... A minha invenção de pôr as fórmulas de física (sempre detestei esta disciplina) no eixo dos YY da Texas, sendo ponto assente que estas eram as únicas cábulas que admitia para mim mesma. A inter-ajuda nos testes. Os novos amigos, escola pequena e onde todos se conheciam, os amigos feitos no canal IRC da escola. O rapaz que aparecia no anúncio da tv e que levou um dia com o meu cachecol. As experiências de TLQ e TLB. O terror dos testes de matemática. O professor de filosofia que me pedia sempre para ler os tpcs. Os croissants com chocolate no intervalo grande da tarde. As fatias de pizza à hora de almoço, com uma coca-cola tirada na máquina. A contínua do cabelo preto e a loira. A tontinha do bar. O mauzão da secretaria. As olímpiadas do ambiente. O projecto de inglês para apresentar o país aos colegas estrangeiros (uma espécie de Erasmus do secundário, cujo nome não me recordo agora). A minha paixão pelos DNAs que me manteve até hoje. As festas da escola. O tempo dos graffittis e dos bonés.
E agora: está lá tudo, apenas quando me deito para dormir e consigo recordar... É o poder que uma música tem em nós!
(Para completar o ramalhete: http://www.youtube.com/watch?v=Hj5S1RCUDvM)
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